Se EU fosse SECRETÁRIO DOS ESPORTES
A meu ver, o esporte não deve se limitar às práticas esportivas, mas também servir de fomento à cidadania. Nos Estados Unidos, por exemplo, o esporte permite ao jovem entrar em uma boa universidade - seu desenvolvimento ocorre, se não pelo desporto, por sua formação acadêmica.
Como secretário de esportes de Londrina, desenvolveria um projeto com o apoio das secretarias municipais de educação, saúde e assistência social e em parceria com a iniciativa privada, que promovesse a saúde e a prática esportiva a crianças e jovens em idade escolar.
Para participar dos treinamentos esportivos, os jovens deveriam estar matriculados e ter bom rendimento escolar. O desenvolvimento na escola e no esporte seria acompanhado pela Secretaria de Assistência Social. A Secretaria de Esportes captaria recursos junto à iniciativa privada, por meio de incentivo fiscal ao esporte, tornando possível a participação de jovens de baixa renda no programa (por bolsas de auxílio-atleta) e a capacitação dos profissionais nos âmbitos escolar e desportivo.
Em resumo, o Brasil tem condições de se tornar uma grande potência no esporte, mas mais importante que a formação do grande atleta é a formação do homem. Cabe ao administrador público dar condições ao cidadão de, na área esportiva ou não, escolher o melhor caminho a ser trilhado.





