Se eu fosse Secretária da Cultura do Estado, daria maior incentivo ao teatro e à dança, principalmente em cidades do interior. Meu projeto iria começar nas escolas, que passariam a ser em período integral.
Uma parcela desse tempo seria dedicada, diariamente, ao envolvimento com a cultura. Na escola, o aluno passaria a praticar, obrigatoriamente, a dança, o teatro, a música ou a pintura.
Imaginem só: a cada mês, um evento voltado às artes. Um mês seria somente de danças; outro, só de teatro; outro, só de shows. Esses eventos teriam duração de três dias, com o envolvimento, além dos colégios, das escolas de arte. A cada semana, seria uma a escola sorteada para participar.
Às segundas-feiras, apresentações gratuitas para asilos e creches. Nos outros dias, seria cobrado um valor irrisório para arrecadação de verba. Paralelamente, um corpo de júri escolheria a melhor apresentação. O prêmio viria em forma de patrocínio para participação em festivais nacionais e internacionais.
Faço flamenco há seis anos e posso dizer, como bailarina, que de apenas dois anos para cá nossa escola passou a receber o devido valor. Com essas propostas, creio, que estaria dando minha contribuição para a formação, incentivo e manutenção de talentos.

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