Definiria minha ação em quatro frentes: sanidade animal e vegetal; promoção de seguro agrícola eficaz; juros menores para todos os segmentos da produção agropecuária; e garantia ao produtor do direito à livre escolha dos sistemas produtivos.
O produtor deveria ter liberdade para optar pelo uso ou não de novas tecnologias, como os transgênicos. Caberia ao governo, então, a função de informar e capacitar o produtor para a escolha.
Quanto ao seguro agrícola, trabalharia para tornar mais acessível linhas de proteção já praticadas no meio agrícola, e que são mais compatíveis à produção. Essas linhas pemitem que a renda esteja aliada à produção, dando garantias para a quitação das dívidas do custo de produção nos casos de intempéries. Tiraria do produtor a necessidade de renegociação das dívidas.
Fortaleceria as ações que garantissem o respeito ao meio ambiente. O tamanho das áreas de reserva legal variariam de acordo com a localização da propriedade e poderiam estar somadas às áreas de preservação permanente.
E, por fim, investiria em ações pelo cumprimento da legislação trabalhista no campo, como registro em carteira e a aplicação de todas as normas na NR31 que prevê questões de segurança da atividade, utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), além de investir na capacitação desses trabalhadores.

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