De início, transformaria a imagem de qualidade da escola em um elemento de credibilidade, a partir da capacitação de gestores e profissionais, na busca da pesquisa e do aperfeiçoamento de seus trabalhos para melhorar sua performance e reconhecimento profissional.
Ao mesmo tempo, como ministra, fortaleceria as relações pessoais no espaço escolar para que pudéssemos viver bem o presente e vislumbrar o futuro com sensibilidade.
Concentraria esforços na busca de crescentes padrões de qualidade em relação ao acesso à informação, produção intelectual e científica, ações responsáveis, ênfase na autonomia e na produção, reflexão e aplicação do conhecimento.
As escolas precisam formar alunos para a vida e, mais que a aprovação no vestibular, pensar na formação para o mercado de trabalho. Como ministra, preconizaria a qualificação em detrimento ao sistema de notas e classificação, que pouco beneficia o indivíduo.
Não existem maus alunos, existe, sim, falta de vontade para promover essa qualificação, que é o que buscaria implementar, dentro do sistema de ensino.

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