À frente da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná tomaria a dianteira no sentido de finalmente contemplarmos de forma mais efetiva as crianças. O primeiro de meus passos seria dar nome e o pontapé inicial a um Projeto certamente adaptável aos domínios além do Estado: ''Música na Infância''.
Em tempos de agressão, indisciplina nas escolas, e queda dos valores morais, a música viria ao encontro de uma geração pronta a ser educada a não xingar, a não bater e a ter excelente rendimento. A cultura musical ensina a pessoa a ser singela e dá boas noções de integridade a quem a segue: o acordeão seria lembrado.
Procuraria incentivar os paranaenses a irem ao cinema ou ao teatro assistirem ao que há de mais próximo e alusivo à nossa cultura. Tomaria conhecimento de letras de música. Não aprovo a censura, mas, em se tratando do palavreado chulo e de baixo calão e do duplo sentido que invadem as rádios, pulso firme se faz necessário previamente ao lançamento de tais faixas.
Finalmente, uniria forças junto às prefeituras para incentivar a criação de mais e mais Conservatórios, com aulas acessíveis às camadas de menor renda, dentre a população.

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