Se EU fosse PRESIDENTE DO BNDES
Como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, apostaria no empreendedorismo. Uma vez tendo a incumbência de lidar com bilhões de reais, de ter a chave do cofre, pautaria meu trabalho em fazer tais recursos chegarem ao micro e pequeno empresário.
Nesse sentido, é importante a criação de um fundo de aval para assegurar a esses micro e pequenos empresários o recebimento desses recursos, que gerariam, posteriormente, renda, empregos, divisas e impostos.
Hoje, diante de tantas exigências, falta ao empreendedor o preparo para se adequar ao que o BNDES pede, ou seja, provar que o negócio é viável. Acredito que, partindo do pensamento que o negócio em si já seria a garantia, poderíamos agilizar a abertura de novas empresas.
Atualmente, a procura pelo curso de administração de empresas é cada vez maior. O Brasil, segundo Stephen Kanitz, já está se igualando aos padrões dos Estados Unidos, no que se refere à área.
Com a criação desses dispositivos, haveria a consequente desburocratização do sistema às gerações que dominam e dominarão as noções de se administrar e gerir um negócio.





