Trabalharia para fazer vigorar, de fato, um projeto que pusesse fim à desigualdade social vigente em território nacional. No Brasil, como tomamos nota, após recente estudo do IBGE, a distância média de desigualdade na distribuição de renda entre mais ricos e mais pobres é de dez vezes.
Trataria da questão mudando o perfil educacional das famílias. Aliaria um pouco de tudo que vemos ''vingar'', com êxito, em âmbito mundial: a disciplina nipônica, a dedicação norte-americana, a organização inglesa tomados como exemplo e somados ao despertar nacional, delineariam um novo panorama.
Por que não tratar em sala de aula a afirmativa estampada nos adesivos de carro? Deveríamos não mais ''nos envergonhar dos políticos brasileiros''. Deveríamos, também, mirar os bons exemplos, mostrar que é possível desenvolver liderança sem ''declarar a guerra'' ou ''puxar o tapete''.
Desenvolvendo a ambição positiva, procuraria, em meu mandato, focar o futuro e não o assistencialismo barato, típico de países vizinhos sob domínio de dinossauros totalitários. Qualidade de vida ao Nordeste, na erradicação da fome, e consciência política pontuariam meus quatro anos.

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