Se EU fosse PRESIDENTE
Quando vou para o trabalho, deparo-me com pessoas de diversas idades dormindo nas calçadas. Durante o dia, são malabaristas, vendedores de balas, pedintes, índios ou mendigos a perambular pela cidade. O brasileiro é um povo maravilhoso, alegre, bonito, trabalhador, honesto, inteligente, empreendedor, persistente. Mesmo assim, há dificuldade, violência, corrupção. Por quê?
Segundo o sociólogo Hélio Jaguaribe, 1/3 dos brasileiros carregam 2/3 dos brasileiros que não estudaram. Brasileiros são os mais informados sobre o efeito estufa, 47% dos jovens usam camisinha, estão entre os que mais usam a internet, o que demonstra o desejo de saber e participar. Então, como presidente, todo meu esforço seria centrado na educação.
Reuniria o ministério e ordenaria um levantamento detalhado de custeio e investimentos, determinaria em todas as ações um pesado conteúdo para educar e capacitar. Investiria na escola pública e na formação e capacitação de professores, devolvendo respeito e dignidade. Estabeleceria um padrão básico de ensino, de escola, de salário, respeitando, porém, os regionalismos.
Mudaríamos radicalmente o Brasil, pois, com a população educada, votaria-se em melhores políticos, teríamos mais oportunidades de desenvolvimento, melhores trabalhadores, menos doenças, entre outros aspectos positivos.





