Entre tantos urgentes expedientes, começaria com a aplicação da verdadeira Justiça, pois, se diante de Deus somos todos iguais, por que então certas Leis facilitam a vida da maioria de nossos políticos, levando-os às práticas injustas, contribuindo para a intranquilidade e a revolta do povo?
Poria por terra o auxílio-família, sistema que desvaloriza o homem, levando-o à ociosidade. Intensificaria em todas as escolas primárias o período integral, valorizando os professores, tão importantes no futuro de nossas crianças. Os alunos receberiam aulas de religião e esportes. Seria obrigação diária o hasteamento de nossa bandeira, ao som do hino nacional.
Intensificaria muito mais o combate às drogas. Promoveria ações voltadas às famílias e lares, para evitar que os pequeninos fossem levados ao caminho do tráfico.
Intensificaria ações em nossos presídios, com oficinas de trabalho, onde os presidiários pudessem aprender uma profissão. Com isso, evitaríamos rebeliões, tumultos, e, num possível retorno aos lares, tais presidiários seriam mais humanos, deixando de ser feras.
Por fim, valorizaria nossa polícia. Acredito que o jovem policial, ao ingressar nesta profissão, está qualificado em sociabilidade e patriotismo, sendo, portanto, merecedor de remuneração e valorização pessoal.

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