Investiria mais em educação, que é primordial. Ao invés de disponibilizar bolsas-auxílio às pessoas mais carentes, trataria da educação, que é o início ao acesso à dignidade humana, como prevê a Constituição.
O segundo passo seria investir na saúde. Com R$ 50, R$ 100, difícil será termos a dignidade, as condições e o acesso àquilo que é essencial.
Uma vez preparada e instruída, a população teria acesso àquilo que necessita, podendo triunfar nas diversas áreas.
Contudo, sem citar nomes, vemos que as pessoas não estão preocupadas com essa questão: para o poder, quanto mais pobre a civilização, maior é o eleitorado. A estagnação traz esse conforto, a manutenção do poder.
Com a educação em primeiro plano, o acesso ao conhecimento faria com que a população não votasse nas mesmas figuras. Como presidente, certamente traria, focando meus investimentos, o direito à dignidade da vida humana, assim como previsto na Constituição.
Com ações como essas, certamente teríamos um panorama mais promissor, nas diversas esferas da sociedade.

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