Se EU fosse PREsidente
Partiria da linha de raciocínio de educadora que sou, acreditando que cada semente plantada resulta em bons frutos. Nesse sentido, canalizaria investimentos na educação básica.
Faria valer o objetivo da educação básica, que é assegurar a todos a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes os meios para progredir no trabalho e nos posteriores estudos, como prevêem a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e o Plano Nacional de Educação, regidos pela Constituição.
Ainda nas escolas, traria noções de cidadania e respeito como requisitos obrigatórios. Os pequenos gestos e atos seriam valorizados, na contrapartida àquilo que a sociedade regida pelo capitalismo prega.
Outra iniciativa seria propor a ética desde cedo, também, nas escolas. Investimentos em palestras, exemplificações, naquilo que se refere à contextualização, ao contato com o real, teriam vez em meu mandato.
Em quatro anos, acredito que, olhando com atenção para a educação básica, faríamos do Brasil o país letrado, ético e moralmente instruído que merece ser. Basta ter vontade política e partir da premissa de que todo ser humano nasce bom. A sociedade é quem o transforma.





