Promoveria mudanças, acreditando nas instituições e no ser humano. Diminuiria o Estado, por considerá-lo muito grande e ineficiente. Reestruturação seria uma das palavras-chave. Os programas sociais seriam mais dirigidos para fazer as pessoas deixarem a linha da pobreza, de fato.
Hoje, o que vemos, são iniciativas do Governo que primam por um assistencialismo eleitoral: há a clara intenção de manter as pessoas carentes dependentes para se ganhar votos, e, por tabela, a eleição. A suposta ajuda converte-se em eficaz trunfo eleitoral.
Na presidência, procuraria constituir um Estado impessoal e não político, como vemos atualmente, com o Estado do PT.
Pesquisa recente mostrou que apenas 2% dos universitários do Brasil têm pretensão de ser empreendedores. Ao analisarmos o porquê, vemos que o restante pretende ingressar no Estado, via mais fácil - após as aprovações - para a tão almejada estabilidade.
A fim de quebrar essa lógica, priorizaria o indivíduo em detrimento ao coletivo, mostrando que é possível, sim, obter êxito por outros caminhos que não sejam atrelados à uma carreira pública.

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