Se EU fosse PRESIDENTE
Investiria pesadamente em educação e saúde, e, ao mesmo tempo, projetaria mecanismos para reduzir de forma considerável os níveis de corrupção em diversos escalões do poder. Como alguns países asiáticos têm ensinado, o investimento em educação, principalmente na capacitação de professores e gestores, é a chave para o desenvolvimento.
Assim, em uma década estaríamos produzindo ciência como produto de exportação, superando a exportação de produtos primários e sem valor agregado, como os agrícolas, que hoje são nosso ''carro-chefe''.
A saúde precisa de socorro. Não haverá evolução enquanto pessoas morrerem nas portas dos hospitais sem atendimento. Reequipar hospitais públicos e reajustar a tabela do SUS gradativamente já iria ajudar bastante.
Por fim, combater a corrupção seria a tarefa mais difícil; lobistas proliferam nos meandros do poder, e fazem com que recursos públicos sejam severamente desviados antes de atingirem seu destino final. Esse tem sido o câncer da administração pública nos últimos cinco anos e a postura do governo faz com que as instituições percam totalmente a credibilidade. Mas tenho certeza que nosso futuro é promissor, desde que os cidadãos tenham participação mais ativa.





