Se EU fosse PRESIDENTE
No comando do país, focaria meus atos e investimentos na inteligência humana. Tanto ao meu redor quanto em meu governo, pautaria os caminhos pensando, em primeiro lugar, naquilo que considero primordial.
Um exemplo: uma vez que os impostos estão em vigor, eu, como presidente, juntamente com minha equipe, procuraria, se não possível desonerar, ao menos destinar a arrecadação àquilo que de fato se faz necessário, o que hoje não acontece.
Cito, como exemplo, o apagão aéreo. Quanto tempo os problemas foram veiculados e vivenciados país afora? Recentemente, o acidente da TAM. Nos últimos dias, foi apresentado um plano de reformulação da pista de Congonhas com método construtivo similar ao Aeroporto La Guardia, de Nova York.
Para quem vive em São Paulo, como eu, ou já pousou em Congonhas, nem era preciso esperar o acidente para saber que a pista estava um espelho. Como presidente, me inspiraria no exemplo dos Estados Unidos não agora - que sabe-se lá quando teremos uma definição - e sim muito antes, adotando uma postura preventiva.





