Se EU fosse PRESIDENTE
Deixaria o populismo de lado e daria apoio irrestrito a nossos líderes do futuro, que, hoje, calculo, estão com 10 anos de idade, imunes à corrupção e ao faz de conta. Considero um absurdo concluir um ensino básico em 90 dias ao invés de sete anos, simplesmente para que se aumente o índice de diplomados.
Ao invés de distribuir dinheiro aos miseráveis somente para dizer que estão melhorando sua renda, possibilitaria seu próprio sustento. Lançaria mão de todos os recursos para que se eliminasse a legislação eleitoreira em relação aos menores, possibilitando aos jovens oportunidades em cursos de aprendizagem e profissionalizantes.
Incentivaria as entidades mantidas pelas empresas na formação de profissionais - Senai, Senac, etc -, que poucos sabem que são mantidos pela iniciativa privada.
Iria concentrar os esforços para que a legislação permitisse que as empresas contratassem menores por meio período diário. Ao Estado, caberia a educação por meio período.
Acabaria com o protecionismo mentiroso que deixa esses jovens, ao invés de estarem sob vigilância, proteção e didática de profissionais qualificados, nas ruas a mercê de traficantes. Por fim, trabalharia com a premissa de que tributos, sem retorno, é confisco.





