Enxugaria a máquina pública, dando prioridade à segurança e à execução fiel das Leis, ponto vital para desenvolver o papel do Estado. Como presidente, trabalharia forte, também, a fim de conceder a liberdade maior de mercado, reduzindo a burocracia vigente.
Seria, digamos, o ''quadrado da Maria Lucia'': trabalho, educação, saúde e justiça. A liberdade de pensamento e a democracia seriam meu foco, absorvendo as críticas, ao contrário do que vemos atualmente, com ditadores disfarçados de democratas, como é o caso do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
Aliás, como presidente, poria fim a essa ascendência sobre a América Latina de Chávez, Morales e derivados, espécies de ''Hitler subdesenvolvidos, dos trópicos'', que têm plano e determinação muito fortes.
Minha receita seria proteger o Brasil, deixando de lado a veia nacionalista e trabalhando, de fato, para mostrar o real valor de nossos produtos, seja com uma Petrobrás, seja com uma Itaipu.
Também estudaria a implementação de ações que prevenisse o óbvio. É uma questão de tempo Chávez querer intervir nas nossas relações com o Paraguai e a conta sobrar para o Brasil, no que se refere à Itaipu. Pulso firme e visão seriam as palavras-chave.

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