Basearia minhas decisões políticas partindo do princípio exposto pelo filósofo italiano Nicolau Maquiavel, em ''O Príncipe'': ''A escolha dos ministros por parte de um príncipe não é coisa de pouca importância: os ministros serão bons ou maus, de acordo com a prudência que o príncipe demonstrar. A primeira impressão de um governante e de sua inteligência, é dada pelos homens que o cercam''.
Acredito que, como governante, interpretando este fragmento, assumiria o papel de prestar atenção na escolha daqueles que me circundariam, de ministros a assessores embasados e respaldados de conhecimento, para a determinada área.
Com um plano de ação nesse sentido, certamente evitaria situações como aquela vivenciada, em que, diante da vergonhosa crise aérea que temos enfrentado, a população foi obrigada a ouvir o ''reconfortante'' conselho da ministra do Turismo, Marta Suplicy, o já célebre ''Relaxa e goza, porque você vai esquecer os transtornos''.
Prestando atenção a este tópico, agindo com a razão, certamente gostaria de, a exemplo dos ditos do conhecido célebre, ser tida, por conta de minhas escolhas, como uma governante ''sábia''.

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