Se EU fosse PRESIDENTE
Hoje, percebo que os professores correm contra o tempo para passar os conteúdos em sala de aula e, no ensejo, formar alunos preparados para a bateria de desafios, que se sucede.
Percebo, também, que a abrangência, no que se refere à educação, é uma exigência fundamental. Como presidente, pautaria meu trabalho naquilo que muitos dizem, defendem, mas que não há uma aplicação prática: inserir, nos respectivos currículos dos alunos, atividades extra-curriculares.
Além das disciplinas básicas, otimizaria o tempo dos alunos com práticas voltadas à formação dele como um todo. Entre essas atividades, daria atenção ao xadrez, ao balé e às demais práticas esportivas.
Procuraria, também, no que se refere à educação infantil, criar um projeto que viabilizasse a participação de pais de alunos no cotidiano da escola. Em relação às matérias, daria atenção especial aos professores de disciplinas como história, geografia e ciências, uma vez que o aprendizado não se resume somente às noções de português e matemática.
Com a proximidade do aluno com o conteúdo ensinado e maior atenção à escola pública, teríamos, certamente, um salto qualitativo em relação ao quadro atual: a presidência daria todo o respaldo ao ministério da Educação.





