Se EU fosse PRESIDENTE
Versaria meu trabalho sobre a ética. Como acredito que a base seja fundamental para evitar posteriores casos e personagens de corrupção, defenderia que a ética fosse ensinada desde criança aos cidadãos.
A melhor forma de passar esses conhecimentos seria inserindo a ética em sala de aula, como matéria. Uma aposta: termos a ética no currículo escolar, uma vez por semana, como matéria não-essencial, mas devidamente ensinada. A participação dos pais, em palestras, seria de suma importância, uma vez que são eles os agentes formadores dos novos cidadãos.
Hoje, vemos que a ética é linda no papel. Mas, na hora de colocá-la em prática, percebe-se que teoria e aplicação não caminham juntas. Como presidente, defenderia o cumprimento e o reforço do código de ética para cada profissão, definindo inclusive penalidades para aqueles que não cumprirem às regras.
Como presidente deixaria de lado questões pessoais e daria maior atenção ao meu trabalho, uma vez que quatro anos não seriam suficientes para colocar tudo em prática. Tendo a ética como ponto de partida, creio que teríamos uma sucessão e uma história cada vez mais pródigas.





