Se EU fosse PRESIDENTE
Dentre tantos pontos a serem analisados, eu, como presidente, destacaria a reforma tributária. A excessiva carga de impostos e contribuições que incidem sobre a folha de pagamento das empresas são um obstáculo ao aumento da formalização das relações de trabalho.
O custo de um funcionário ao empregador é mais que o dobro de seu salário, estimulando, assim, a informalidade. Atualmente, mais de 50% da população brasileira economicamente ativa não tem acesso à seguridade social, pois está no mercado informal de trabalho.
Outro item relevante deste tema é a carga tributária sobre o comércio exterior. Como presidente, defenderia que o imposto para exportadores servisse como instrumento de regulação econômica, não como mais uma forma de arrecadação.
Explico: não faz sentido um produto ser altamente taxado aqui se ele será novamente taxado no seu país de destino. Isso torna os produtos brasileiros mais caros, e, consequentemente, menos competitivos.
Sem contar o alto índice de sonegação, que cria uma concorrência desleal às empresas corretas. O sistema tributário brasileiro está desgastado e precisa ser inteiramente revisto.





