Promoveria, nas diversas esferas, o resgate da moral. Chegamos a um ponto em que, tendo por base o que os jornais e as tvs noticiam, as crianças vêem e criam conceitos errôneos.
  A inclusão da disciplina de moral tanto nas escolas quanto nas faculdades seria das mais válidas. A intenção não seria tolher o direito de pensar, mas, sim, diante do atual panorama, incutir valores e princípios desde a base.
  Nas escolas e universidades, liberaria verbas para a construção de novos espaços e reformas. Nada faraônico, como vemos por aí. Seria o conceito do ‘‘simples, mas funcional’’ aplicado também ao rigor nas aulas e conteúdos aplicados.
  Hoje, além da bagunça generalizada, o que vemos é um total relaxo por parte dos principais órgãos gestores em relação às universidades públicas: equipamentos obsoletos, setores idem, incidência mínima de aulas, muitos professores sem se reciclar.
  Assim sendo, acredito que a segurança seja importante, mas muros e manifestações não são o caminho: como presidente, primeiro organizaria as instituições públicas de ensino, para, posteriormente, agir no que se refere ao que vem de fora.

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