Se EU fosse PRESIDENTE
Investiria pesado na educação, além de promover um corte de pelo menos 50% nos salários de parlamentares, parasitas do Estado. Os problemas do Brasil são muitos: o parasitismo da elite dirigente, a decadência da classe dominante, a corrupção, o personalismo, o clientelismo e a falta de transparência do governo.
Os ''donos do poder'' alimentam na sociedade a descrença, a aversão à política institucional. Aqui, o país entra em crise não quando se descobre uma mentira, mas quando a verdade vem à tona. Nessa equação, eterniza-se uma forma de governar fundada nas desigualdades e exclusões.
Vencer esses problemas implica em mudar a mentalidade do país. Por isso, investir na educação não deve ser uma política de governo, mas um projeto de nação, que leva anos para ser implementado e para dar frutos.
Uma educação que desse à população o discernimento e a compreensão da coisa pública; que envolvesse as universidades, as escolas e a comunidade, com projetos de pesquisas e de extensão, fomentando o desenvolvimento de tecnologias; que incentivasse o esporte e as artes. Essa seria minha aposta. Só a educação é capaz de dar ao homem instrumentos para transformar o mundo.





