Sugeriria repensarmos o Brasil, o mundo, o homem. Colocar as idéias repensadas em prática - o ver para crer, discutir, envolver o ponto de vista da criança ao velho, do analfabeto ao acadêmico.
Línguas indígenas, por exemplo, teriam espaço nas escolas. O índio como professor. Quem sabe aprenderíamos que, além do lado utilitário da natureza, há o lado espiritual, das divindades, dos elementos irmãos despertando o sentimento de uma grande família. Uma família onde cada um age pela sua consciência e não somente a mando de um Estado.
Temas como educação, emprego, moradia seriam tratados com mais facilidade, localmente, sem a pressão de ideologias partidárias e da economia de um mundo globalizado. Livres, o mundo com certeza nos trataria melhor, não mais como 3º mundo, em desenvolvimento ou uma colônia moderna. Seríamos respeitados por sabermos reverenciar o lugar onde vivemos. Desenvolvimento seria a realização de cada cidadão a partir do meio em que vive.
Como presidente, minha meta seria cada cidadão reconhecer a maravilha que ele é. No meio de tantas pessoas maravilhosas, assumidas, nem mais vai ser necessária a figura de um presidente.

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