Respeitaria o parecer da comissão especial da Câmara que opinou pela municipalização do fornecimento de água e esgoto em Londrina. Convocaria uma audiência pública para discutir a municipalização com a sociedade, para, assim, esclarecer todos os caminhos que poderíamos tomar.
Portanto, desta audiência sairia a decisão a ser tomada: criação de autarquia municipal, empresa mista, secretaria municipal ou até mesmo uma parceria com a Sanepar. Jamais faria ou tomaria qualquer atitude antes de consultar a população. Inclusive esta nova empresa municipal poderia atender a região metropolitana de Londrina.
Com a municipalização, o lucro do monopólio do fornecimento de água, que é enorme, ficaria na própria cidade. Este dinheiro viabilizaria, sem precisar esperar a boa vontade do Estado, vários investimentos importantes neste setor de saneamento básico, como levar água e esgoto a 100% dos bairros da cidade. E é claro, há a questão de empregos. Não é preciso tecer grandes comentários para dizer a quantidade de cargos que seriam criados com essa medida.
Existem vários exemplos de cidades em que a municipalização é um sucesso e trouxe benefícios. Buscaria nestes exemplos a forma mais apropriada para fazer na cidade de Londrina.

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