Limpeza
Começaria tudo do zero, dentro de minhas competências. Muito se fala em votar consciente, acredito, até, que a população vote de maneira consciente, mas, infelizmente, a consciência passa longe da política.
Exemplos não faltam: recentemente uma Comissão do Senado aprovou um projeto de Lei para a área da saúde. O que já era ruim, tende a ficar pior, caso mais de R$ 3 bilhões sejam retirados do setor.
A saúde, aliás, é a esfera mais carente de projetos (inteligentes) de Lei. Em São Paulo, por exemplo, o itinerário é o mesmo: mais de dois meses de espera por uma consulta.
Na economia, o mesmo caso: ficamos à mercê de decisões muitas vezes nada acertadas. Além de dependermos do que as nações poderosas fazem - se criam mais empregos ou não -, temos Senado, Câmara e demais integrantes da esfera política prontos a agir, conforme as convenções e o próprio bolso.
Diante de tanta mentira e do típico, mas triste ''um rouba o outro'', proporia que recursos destinados à saúde tivessem seu destino final, sem tentar ''equilibrar'' o orçamento afetando as áreas vitais de uma nação. Infelizmente, só começando de novo...

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