Defenderia, sem sombra de dúvidas, o fim das sessões secretas no Poder Legislativo. Essa ação faz com que a população em geral desconheça o real caráter dos parlamentares.
Idéias deixam de ser conhecidas, interesses deixam de ser levados a público. Como vivemos em uma democracia, interessante seria saber o que nossos senadores, deputados federais e estaduais, e vereadores defendem ou pensam. Se estivesse à frente de um dos cargos anteriores, certamente lutaria contra tais sessões.
Com as sessões secretas, a fiscalização dos atos inexiste e a real função da pessoa à qual depositamos confiança segue para o mesmo caminho: qual seria a função de determinado parlamentar? Fica sempre essa impressão e dúvida.
O noticiário recente certamente traria outros contornos, se as sessões secretas não estivessem mais em vigor: o caso Renan Calheiros é o mais clássico. Com o fim de tais sessões, tudo ensejaria em uma cobrança e, por tabela, as próximas eleições refletiriam se a postura - trazida a conhecimento público -, de determinado parlamentar, seria aprovada ou não. Quanto mais informações, maior é a chance de a resposta vir das urnas.

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