Se EU fosse PAPISA
Não permitiria mais que houvesse hipocrisia na Igreja Católica. Deixaria a hipocrisia somente para aqueles que dominam as técnicas de interpretação cênica: os atores.
A partir da eliminação da hipocrisia, permitiria a liberdade de expressão a todos os cristãos. Certamente isso contribuiria em muito para a diminuição da discriminação por classe social, por raça, por opção sexual, por problemas morais na família e na sociedade, entre tantos outros aspectos.
Com a redução desta discriminação, buscaria promover a integração de toda a sociedade, assim como deve ser uma família cheia de irmãos, que, juntos, compartilham do amor que recebem de seus pais.
Também não aceitaria o amor somente no seu significado como ''philos'', aquele entre irmãos, próximos e amigos, mas, sim, o amor em seu significado mais bonito, ''caritas'', daquele que ajuda ao próximo e a toda a humanidade.
Será que isso seria utópico demais da minha parte? Se partir do princípio que o termo papisa, feminino de papa, segundo o dicionário Aurélio, ''está disposta a partir de uma referência lendária'', acredito que sim. Entretanto, sou católica e tenho muito respeito por esta religião, assim como por todas as outras seitas e religiões que têm como princípio pregar o bem e proporcionar o amor entre a humanidade.





