SE eu fosse o REITOR
Atualmente, nos deparamos com uma incessante correria, e nas universidades não é diferente; professores com pressa, alunos correndo pelos corredores para alcançar a aula e o reitor abarrotado de reuniões e documentos para assinar.
Por isso, eu estabeleceria uma política de inter-relacionamento entre os alunos e a reitoria pois, em muitos casos, os discentes conhecem o reitor somente em suas formaturas.
Tratamentos gélidos e formais são resultado da evolução tecnológica, onde sugestões e reclamações são aceitas e/ou solicitadas de preferência por e-mails. Em uma instituição séria, quadros avaliados por cartas e e-mails são importantes. Porém, como reitora, daria prioridade ao contato pessoal, estipularia programas com ênfase psicológica, já que muitos alunos desistem dos estudos e a universidade não fica sabendo o porquê desse afastamento.
Como reitora, adotaria métodos que melhorassem a comunicação interna da universidade. É de suma importância uma equipe que fale a mesma língua, que tenha representantes em constante atuação nas salas de aula, que possam apresentar as falhas, as produções, o relacionamento dos discentes com os docentes, a satisfação dos alunos e também dos professores com a universidade.





