Se EU fosse o PRESIDENTE
Traçaria um plano de desenvolvimento para o país que teria como premissa principal a educação. Não se pode pensar em crescimento sem antes dar à população, aos agentes do desenvolvimento, as condições para tal. E a principal delas é a cultura.
A educação seria valorizada em todos seus níveis. Em um país onde o número de analfabetos é ainda imenso, fica fácil disfarçar a ineficiência da administração pública, os ''rombos'' no orçamento causados pelo desvio de verbas, a imoralidade de alguns políticos e a utilização da máquina administrativa para suprir interesses pessoais, com a repaginada, porém antiga, política do pão e circo.
Só a cultura dá o discernimento necessário para saber o que vale e o que não vale, para conhecer as obrigações dos agentes públicos e os direitos dos cidadãos.
É claro que não se pode falar singelamente no problema do Brasil. Isto seria reduzir indevidamente a extrema complexidade da realidade brasileira. Entretanto, entendo que qualquer estratégia de crescimento do país, seja social ou econômica, deva começar pela cultura, sem a qual se torna vazio e falacioso qualquer plano. É uma pena que, por suas próprias atitudes, o atual presidente demonstre não comungar desta idéia.





