Se EU fosse o PRESIDENTE
Aproveitaria o momento econômico único na história recente mundial e faria as reformas necessárias para permitir a entrada do Brasil no clube dos países desenvolvidos econômico e socialmente. Reduziria em primeiro lugar o tamanho do Estado, canalizando os superávits resultantes para investimentos em educação, pesquisa e desenvolvimento, e infra-estrutura.
Com um Estado menor, reorganizaria sua estrutura fiscal, diminuindo a carga tributária e aumentando a arrecadação, com maior combate à sonegação. Aproveitaria a sólida base governista no congresso para uma reforma profunda do judiciário, incluindo-se os códigos cíveis e penais, proporcionado prazos razoáveis para sentenças e condenações.
Declararia guerra ao crime organizado - guerra mesmo -, conhecendo e atacando a estrutura do crime e não apenas suas manifestações. E por fim, focalizaria os planos de assistência social nas contrapartidas educacionais, incrementando os níveis de exigência ano a ano até que gerações melhor educadas começassem a deixar os programas por não mais necessitá-los.
Definitivamente, não utilizaria os recursos advindos do crescimento econômico para aumentar os gastos correntes do governo com mais despesas (cargos de confiança, e etc) e menos investimentos.





