Como presidente, pautaria meu trabalho em trazer maior moralidade e credibilidade às instituições públicas. Hoje, vemos que o setor produtivo melhorou, mas os impostos estão muito pesados para a sociedade.
Nessa política de moralização, adotaria o modelo implementado por governos passados, trazendo, para meu lado, algumas referências em credibilidade e ética, habilitadas para o que estiverem fazendo. A partir daí, a população teria um espelho, uma referência.
Atacaria a desigualdade vigente por meio da educação, pois acredito que a educação básica no Brasil está falida, repleta de saldos e vícios. Uma aposta de meu mandato seria o modelo de escola adotado na Europa, em que a sociedade leva a escola a sério e a criança passa o dia na escola. A formação está na base, desde pequeno, e na inserção. Não adianta somente conceder maior renda à população.
Na área econômica, meus passos seriam no sentido de manter a economia independente do governo. O empresariado começou a se desgarrar, mas há muito ainda o que ser feito: o sistema tributário é pesado e, consequentemente, todos acabam por pagar a conta.

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