Assumiria o cargo consciente de que esta não é função das mais fáceis de se exercer. Tarefa difícil, também, delinear por onde exatamente começar, haja vista o acúmulo de áreas carentes de melhora.

Colocaria como prioridade a questão que considero, como cidadão, na atual conjuntura, de especial relevância: a violência. Adotaria uma postura mais firme no que se refere a assaltos, sequestros. Buscaria trazer soluções que propiciassem às pessoas de bem a possibilidade de simplesmente andar pelas ruas sem medo.

Outra questão que trataria com maior atenção seria o descaso com os idosos. Desenvolveria políticas como forma de melhorar o tratamento a eles - haja vista o desrespeito vigente - e projetos de conscientização que buscassem demonstrar o óbvio: que todos chegaremos a essa idade e que, nessa maltratada classe, encontram-se nossos próprios pais ou avós.

Não há como negar que, não raro, chegam ao poder cidadãos com boas intenções. Entretanto, infelizmente, muitas vezes sozinhos em seus ideais, tais cidadãos pouco conseguem realizar. Indubitavelmente, a cada dia que passa fica mais evidenciado a afirmação bíblica de que ''homem tem dominado homem para seu próprio prejuízo''.

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