Imbuído de meu olhar jurídico, pensaria no resguardo da Constituição Federal, na soberania do país e em especial em assegurar os direitos sociais.
Para minimizar a situação que hoje é pertinente ao nosso Brasil se torna urgente olharmos para o sistema educacional. Não apostaria na educação vigente, aquela de se criar escolas ou universidades, apesar de serem programas interessantes.
Apostaria na educação que brotaria da própria condição de vida da pessoa, ou seja, ter um lar, criando condições de vida melhores em lugares periféricos, tais como as favelas.
Nesse sentido, minha preocupação fundamental seria com as políticas públicas, com a educação cidadã e educação para a liberdade, projetos aos quais daria fôlego. Hoje, valorizo muito o programa Unversidade Para Todos, o ProUni. Poderíamos gerar esses projetos desde o ensino básico.
Em relação à projeção do país em nível externo, partiria da premissa que o Brasil é um país de muitas riquezas. E, para a devida divulgação de tais fatos, procuraria melhorar a legislação a fim de evitar os casos de corrupção e não punição. Como? Resgatando o real valor dos três poderes, isto é, Executivo, Legislativo e Judiciário, para que assumam suas competências legais de forma plena.

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