Se EU fosse o PRESIDENTE
Seria determinada e corajosa a ponto de provocar uma mudança real no rumo do país. Fugiria do discurso vazio e artificial e trataria os educadores com respeito e profissionalismo. Começaria por dar a eles um aumento de, no mínimo, 80%, que nada mais seria que uma recuperação do seu salário defasado e aviltado ao longo dos tempos por vários dirigentes políticos de visão empobrecida e limitada.
Como conseguiria verba sem desequilibrar a balança orçamentária? Retiraria da remuneração de outros setores que foram galgando exagerados salários, de forma injusta, como é o caso da classe política.
Investiria na qualidade da formação inicial e na formação continuada dos professores, tanto com cursos de atualização e de aperfeiçoamento, quanto com cursos de pós-graduação. Cuidaria para que tivessem dignas condições de trabalho e de estudo, abrindo espaço para que pudessem tornar-se, não apenas ensinantes, mas também pesquisadores, produtores de conhecimento.
Tais planos estariam voltados para educadores de todos os níveis de ensino. Completaria estas medidas com escolas de tempo integral, onde os alunos teriam também aulas de música, esporte, arte, teatro e dança.





