Assumiria o cargo tendo plena consciência de que teria que pôr em prática um plano geral, com características peculiares para cada Estado. No Paraná, como presidente, levaria o Exército para proteger as fronteiras. Essa proteção coibiria o contrabando, em especial, e promoveria a fiscalização do rebanho que ingressa no território nacional.
Na região nordeste, a exemplo das demais, promoveria, conforme a demanda e após estudos, a construção de moradias populares e programas, dentro das comunidades, para a descoberta de talentos, seja para as letras ou para o esporte.
Com a intenção de transformar o Brasil em potência olímpica, viabilizaria formas de incentivo à base e aos talentos. Já está na hora de o Brasil deixar de ter os resultados pífios que tem, a cada quatro anos, nos Jogos Olímpicos.
Outro passo importante: o combate à poluição. Daria descontos em impostos àqueles que colaboram com a saúde das cidades, criando o conceito de cidades salubres. Rios e lagoas teriam seus leitos e margens revitalizados e, em forma de mutirão, conscientizaríamos, de fato, a população em relação à produção de lixo.

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