Economicamente, administraria o país como uma dona de casa que vai ao supermercado e só compra o estritamente necessário e, preocupada com as despesas, elimina todo e qualquer desperdício. Daria início a este corte com a venda de residências suntuosas de embaixadores no exterior.
Jamais alegaria desconhecer o que acontece em meu governo, pois entendo que governar seja como conduzir uma orquestra, onde o maestro não executa o instrumento, porém tem pleno conhecimento do timbre, do ritmo, das entradas e principalmente do resultado final da união sonora de todo conjunto instrumental.
Tendo a educação como prioridade, voltaria minhas atenções aos professores do primeiro nível, com mais treinamento e melhor remuneração, pois só com a base bem estruturada podemos edificar com solidez.
Outra medida: em hipótese alguma aceitaria a reeleição, afinal, se o mandato foi estabelecido para certo período, é nesse espaço de tempo que pode-se trazer à tona grandes realizações ou grandes decepções. Por que repetir?

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