Para começar, só seria presidente se a administração pública aceitasse administrar como uma empresa independente e, no que for possível, sem politicagem.
Teria, em meus quadros, somente funcionários treinados. Para tanto, buscaria os melhores profissionais e empresas na área de administração, finanças, saúde e educação, por exemplo.
Diria ''NÃO'' ao cabide de empregos, tão em uso, nos dias atuais, como troca de favores de campanha. Minha equipe teria que ser consciente e coerente, não se corrompendo nem por uma ínfima fração de favorecimento.
Focaria setor por setor e só dormiria tranquilo quando a administração e as finanças estivessem totalmente fechadas. Focaria na saúde e na educação, respeitando a Constituição. Oferecendo o que a população merece, aumentaria a auto-estima e despertaria, no brasileiro, o sentido da auto-realização. Hoje, creio, no máximo 15% da população tem esse perfil.
Fazendo mais e falando pouco, daria o exemplo. Sendo o maior exemplo da nação, contaminaria boa parte da população. Essa grande massa pode revolucionar o país e transformá-lo em uma grande potência.

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