Faria da política de planejamento familiar uma das prioridades de meu governo, pois a família é a base da sociedade, logo, investir na formação de famílias estruturadas é o melhor caminho para se alcançar uma sociedade mais justa.
Para obter resultados mais efetivos, ampliaria o atual enfoque da Política Nacional de Planejamento Familiar. Além de proporcionar recursos para a anticoncepção, estabeleceria como meta conscientizar a população das responsabilidades envolvidas na geração de um filho.
Afinal, gerar implica em criar, e criar é proporcionar o crescimento saudável do novo ser, através do provimento de suas necessidades básicas (afeto, estudo, alimentação, moradia, lazer, etc).
Creio que esta nova abordagem se faz necessária, uma vez que, muitos, acomodados com os atuais programas assistenciais do governo, transferem para o Estado as responsabilidades intrínsecas dos pais (genitores).
Desta forma, asseguraria a todos, o direito constitucional do planejamento familiar, pleno e consciente, contribuindo, assim, para a formação de cidadãos independentes dos benefícios estatais.

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