Se fosse prefeita, gostaria que as pessoas tivessem mais oportunidades. Quando digo oportunidade, refiro-me a emprego, condições de saúde, medicamentos, alimentação. Minha gestão viria pautada no essencial, sem planos ou idéias mirabolantes.

Em meu trabalho na Ong Viver, tenho a real percepção de que as pessoas estão desprovidas de tudo. Do saneamento básico à segurança. Com uma melhor administração, traríamos mais esporte, mais creche, mais estudo. A questão chave, volto a insistir, é uma boa administração.

Com uma boa administração, problemas do cotidiano, como a violência interna nas escolas, deixariam de acontecer na frequência atual. As pessoas estão muito carentes. Criaria mais empregos.

Promoveria um processo de humanização das ONGs, convocando a participação da população. Essas organizações surgiram pelas mãos de pessoas que viam o que o governo não fazia e, diante disso, procuravam soluções para tapar esses ''buracos''.

O idealismo é fantástico, mas falta uma união maior de todas essas organizações para trabalhar por uma maior divulgação, propiciando amplo envolvimento da sociedade. É tudo uma questão de informação.

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