Se EU fosse o PREFEITO
Seria um grande desafio. Em minha plataforma de trabalho, criaria um projeto participativo para replanejar a cidade por meio do IPPUL, reestruturando-o com mais assistentes sociais, psicólogos, sanitaristas, educadores, arquitetos e urbanistas, engenheiros, representando a cidade em todos os sentidos, fornecendo subsídios para facilitar a administração. Dessa forma, tentaríamos mudar a deplorável imagem atual.
Trataria com seriedade a coisa política. Resgataria a pujança empreendedora que sempre marcou a saudosa Metrópole do Café, que teve grandes administradores e foi alvo de atenções de todas as etnias.
Priorizaria o social, a educação, o mercado de trabalho, tripé para conter a onda de violência que permeia o município. Minimizaria as taxas tributárias, que dificultam o crescimento e a sustentabilidade das empresas geradoras de empregos e promotoras do crescimento imobiliário.
Incentivaria as mulheres a participar da política e áreas administrativas, pois já provaram que têm sensibilidade e competência para exercer cargos de liderança.





