Investiria tudo e mais um pouco na educação. Buscaria disponibilizar o máximo de verba possível em um primeiro momento, ainda que isso sacrificasse outros setores. Outra medida imediata seria aumentar o tempo do aluno na escola, além da remuneração dos professores.
Também cobraria uma contrapartida da família, que, muitas vezes, pensa que a escola deve ensinar sozinha e não participa efetivamente do aprendizado do aluno.
Com relação ao tempo integral, este horário extra serviria para o ensino de cidadania, oferecendo noções de ética, valores e responsabilidade para o desenvolvimento do jovem. O resultado é rápido, de um ano para o outro já dá para perceber a mudança no comportamento do estudante.
Outra alternativa seria o ensino profissionalizante, que esbarra no problema da legislação. Sou favorável ao trabalho casado com o processo educacional, supervisionado pela escola. Quanto mais cedo o jovem começa a aprender uma profissão, maior é a chance dele não descambar para o lado da violência.

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