Se EU fosse o MINISTRO DA JUSTIÇA
Promoveria medidas destinadas a implementar uma efetiva e concreta reforma do Poder Judiciário, começando por sua modernização tecnológica. Os recursos e setores da informática, por exemplo, seriam prioridade.
Investiria no aumento, na capacitação e na qualificação dos agentes do Judiciário, atingindo, por fim, a tão almejada desburocratização dos serviços e, portanto, a celeridade processual; e viabilizando o acesso efetivo à justiça, assegurando-se a devida prestação jurisdicional.
Além disso, elaboraria meios de integração social, com a regionalização da prestação de serviços, a fim de garantir uma melhor distribuição da justiça à comunidade em geral, e incentivaria a criação e implementação das defensorias públicas pelos Estados, como garante a Constituição Federal.
Estimularia, ainda, a resolução de alguns conflitos extrajudicialmente, como, por exemplo, as câmaras de mediação e arbitragem, no intuito de descongestionar os órgãos judiciários. Com a implementação de tais medidas, seria possível assegurar a devida e necessária transparência no Poder Judiciário, permitindo um maior controle social.





