Se EU fosse o MINiSTRO DA EDUCAÇÃO
Reforma política, reforma tributária, controle dos gastos públicos; tudo isso seria secundário se tivéssemos no Brasil um investimento programado em educação, à parte de planos econômicos, independente das ideologias dos governos e totalmente sem interferências do mercado. Somente a educação pode levar o Brasil a superar suas dificuldades e se tornar um ''país de todos''.
Como ministro, essa seria minha luta diária: ampla reforma no ensino fundamental, de base, e no básico, ajustando o período de tempo na escola para nove anos, como já é determinado por Lei. Outro detalhe importante, que complementaria essa reforma, seria o turno em tempo integral.
Essa ação evitaria, em muitos casos, o convívio das crianças com a criminalidade. O ensino de nove anos seria totalmente de responsabilidade do Estado, com professores valorizados e motivados para essa missão. O ensino médio também seria exclusividade do Estado.
As escolas privadas trabalhariam com os alunos do ensino médio que querem um aprendizado técnico, profissionalizante, e uma carreira para cursos superiores de curta duração, técnicos ou tecnológicos. Com isso, resgataríamos o sentido humanístico de nossas escolas e promoveríamos uma revolução em nosso país.





