SE eu fosse o MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Promoveria uma nova revisão na lei de diretrizes e bases e determinaria uma valorização mais explícita na função de professor, da educação infantil ao ensino superior.
Faria, também, programas de investimento no nível de capacitação profissional desses professores, com melhores salários e principalmente acesso à pesquisa. Não existe magistério sem pesquisa.
Para tanto, concederia benefícios para esses professores terem acesso, com desconto, a livros e a novas tecnologias. Tudo isso para o profissional levar, à sala de aula, o melhor de si.
Traria à ativa, também, os professores aposentados, deixando de lado a atual prática da ''exclusão''. Como? Colocando-os em atividade nas esferas locais e regionais.
Na questão da violência, agiria partindo da premissa: a violência em sala de aula não é isolada. Se existe descontrole, esse descontrole vem de casa. Criaria um projeto específico para abranger todos os tópicos relativos ao assunto. É preciso reinventar um novo diálogo entre professor e aluno.
No tocante às universidades, proporia a reestruturação plena e ampla das instituições, restaurando os parques tecnológicos, propondo melhores salários para os professores.





