Se EU fosse o MINISTRO DA CULTURA
Atuaria na defesa sanitária como no caso da febre aftosa -que tanto prejudicou os pecuaristas em um passado próximo -, fiscalizando as fronteiras secas e promovendo campanhas de alerta e prevenção.
Para isso, mobilizaria a classe para uma vacinação efetiva, isolando, em casos comprovados, o foco da doença após confirmação por exames laboratoriais. Cobraria, também, respostas mais rápidas dos órgãos de fiscalização mundiais que são responsáveis pelo interrompimento das transações comerciais, credenciando laboratórios especializados e promovendo uma fiscalização com maior vigor.
No que se refere ao agronegócio, especificamente na produção de grãos, lutaria por maiores linhas de crédito nos bancos, com menores taxas de juros. Nos países concorrentes os produtores têm a maior parte de sua produção subsidiada, o que nos torna cada vez menos competitivos.
Além disso, com maiores prazos para a quitação de dívidas, os produtores que amargam prejuízos acumulados como as três safras passadas visando os fatores climáticos, a queda do câmbio e as altas produções mundiais - os grandes responsáveis pela crise -, teriam maior flexibilidade para honrar suas obrigações e continuar a produzir, sem o prejuizo do crédito.





