Procuraria ser um elo entre o interior e a capital, hoje distanciados em razão da forma de escolha dos representantes das regiões do Estado. É pouco sabido que grande parte da arrecadação dessas regiões vai para o sul, portanto, mais perto da sede do governo, que acaba beneficiada. Como uma das formas de efetivação desta ligação, viria constantemente ao interior, não somente durante as eleições.
Centraria esforços, também, na política de atração de indústrias, pólo gerador de novos empregos, sem, no entanto, esquecer que o Paraná é um Estado de vocação agrícola e que se ressente da falta de políticas públicas para a fixação do homem no campo.
A questão de segurança precisaria ser encarada como uma administração profissional, com polícia científica e órgãos bem aparelhados para a detecção de problemas com antecedência (inteligência policial e integração das polícias), evitando o medo e a insegurança.
Por fim, há o mau relacionamento do governador com os senadores do Estado. Procuraria reverter esta relação, ampliando-a com a Presidência da República e ministros, na tentativa de trazer de volta ao Estado parte do muito que damos à nação.

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