Se EU fosse o GOVERNADOR
Daria mais atenção à área da saúde. Nesse sentido, procuraria estabelecer parcerias com as prefeituras para investir na saúde básica, de vital importância e relevância no atual momento.
Hoje é notório: os hospitais superlotam porque não há o conhecimento da população no que se refere às atribuições e a quando buscar um hospital. Por conta disso, acredito que de nada adianta criar mais vagas, construir novos hospitais: se houver 10 mil vagas disponíveis, todos os leitos serão preenchidos, ou seja, haverá a posterior lotação.
O que falta, de fato, são campanhas educativas que serviriam também de serviço e orientação à sociedade, priorizando a saúde básica. É tudo uma questão de tempo e prioridade, trazendo à tona o pensamento de quando buscar um hospital e porque buscar uma vaga, ou seja, mostrar a referência, a realidade.
O caminho que adotaria, como governador, seria destinar os recursos voltados às publicidades - que não dão retorno - para a promoção, prevenção e capacitação dos servidores públicos. Nesse projeto, procuraria melhorar a qualidade no atendimento, o que resultaria em retorno imediato, tanto por parte do Estado, quando por parte da população.





