SE eu fosse o GOVERNADOR
Em meu governo, o sinônimo de governar seria educar. A educação, como bem sabemos, é passaporte para uma vida de sucessos. O sucesso, seja ele pessoal, profissional e até emocional, vem pautado neste tema. Como governador, meu investimento maior seria na educação de base, formando o caráter e a personalidade do indivíduo.
Acredito que, dando esse novo sentido à educação, aboliríamos o padrão comercial vigente, deixando de lado essa função lucrativa que a educação ganhou, nos últimos tempos. Hoje, em muitos casos, os alunos são tratados como números. Precisamos promover o resgate da individualidade, dando maior atenção aos alunos.
Incentivando este tópico, promoveria a formação de novos cidadãos e venceríamos, creio eu, a crise ética pela qual nosso país está passando: as decisões políticas deixariam de ser meramente demagógicas e passariam a ser mais técnicas.
Vale lembrar que um governante tem o dever de resolver causas e não os efeitos de nossos problemas. Como meu pai sempre ensinou, educação e canja de galinha não fazem mal a ninguém.





