Se EU fosse o governador
O Paraná jamais deveria passar por crise alguma. Ninguém tem nossa diversidade (natural e construída), o que nos credencia a ser líder nacional. Mas, para isso, precisamos ter um Projeto de Paraná, que resulte da vontade coletiva, de juntar todas as energias de governo e sociedade em torno de uma visão de futuro para o estado.
Portanto, se eu fosse o governador, minha prioridade seria planejamento para a construção do futuro, quebrando os paradigmas atuais de gestão do estado. No plano operacional, implantaria uma gestão pública profissional e valorizada, resguardada de ingerências político-partidárias: nas trocas de governos, só mudam os altos escalões decisórios, onde se imprimem as orientações políticas gerais.
No plano estratégico, buscaria implementar novos mecanismos de planejamento com a sociedade para que a visão de futuro do estado fosse compartilhada, isto é, povo e governo do Paraná definiriam aonde chegar e o que fazer para chegar lá. Nesse cenário de alta credibilidade teríamos rumo e consistência para ações de governo, empreendedores, trabalhadores e da sociedade, para fazerem (e bem) o seu papel.





