Em primeiro lugar, daria mais importância à recomposição da mata ciliar no estado. A legislação já torna obrigatória a preservação das margens dos rios, mas a fiscalização é deficitária. Organizaria comitês nas regiões próximas dos rios, para cobrar os agricultores, estabelecendo prazos para que eles cumpram a lei, contando com a participação de promotorias do meio ambiente. Representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) fariam parte desses comitês, orientando os agricultores, que, sozinhos, não sabem como fazer a preservação.
Outra medida seria evitar, por meio de força política, a construção de hidrelétricas no Rio Tibagi. Acho que o Paraná já tem muitas usinas, e o Tibagi é um dos últimos rios que não tem hidrelétrica. Se forem construídas, trarão problemas, como a alteração completa do ambiente natural, alagamento de mata ciliar, além de afetar a qualidade da água.
Também trabalharia a educação ambiental junto às escolas. Não só incluiria a disciplina, mas capacitaria professores, para que eles aproveitassem o tema em diversos assuntos da sua matéria.

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